02 de jan 2018 – InovaçãoTecnologia

Usina Fotovoltaica em Morrinhos – GO

Camera 360

 

Sob a chancela do governador Marconi Perillo, em ato realizado no Palácio das Esmeraldas, a Celg Geração e Transmissão – Celg G&T – se associou à Construtora Villela Carvalho na constituição de uma Sociedade com Propósito Específico – SPE – com a finalidade de construir uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada na cidade de Morrinhos.

A Usina de Morrinhos será gerida pela Planalto Solar Park, detentora de 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T – cuja participação acionária será de 49% – ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A SPE estima investir R$ 35 milhões na construção da Usina, cujas obras deverão ser concluídas em seis meses, de acordo com previsão feita pelo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete. O dirigente, que nesta sexta-feira (6) assumirá a Secretaria da Fazenda do Estado a convite do governador Marconi Perillo, considerou a construção da Usina um grande avanço para Goiás. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de projetos inovadores, agora na geração de energia renovável”, declarou.

A Usina fotovoltaica de Morrinhos é a primeira de seis unidades a serem construídas em Goiás nos próximos 12 meses. A expectativa do governador Marconi Perillo é a de que a Celg G&T esteja presente em todos esses projetos dado o seu equilíbrio financeiro e sua capacidade de investimento.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica, produzida a partir da radiação solar natural, é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é altamente promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Ele entende que a entrada da Celg G&T neste sistema, em parceria com empresas privadas, associa-se ao propósito da Aneel na difusão da tecnologia e o desenvolvimento de sua aplicabilidade. A miniusina que será instalada em Morrinhos se enquadra como minigeradora.

A ampliação do sistema de geração distribuída possibilitará a redução do uso de usinas termelétricas, mais caras e mais poluentes, nos períodos de maior pico de consumo, justamente durante a estiagem em que é preciso reduzir a produção nas hidrelétricas.

FONTE : https://www.ambienteenergia.com.br